domingo, 21 de novembro de 2010

Chico Buarque - Joana Francesa




Tu ris, tu mens trop
Tu pleures, tu meurs trop
Tu as le tropique
Dans le sang et sur la peau
Geme de loucura e de torpor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Mata-me de rir
Fala-me de amor
Songes et mensonges
Sei de longe e sei de cor
Geme de prazer e de pavor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Vem molhar meu colo
Vou te consolar
Vem, mulato mole
Dançar dans mes bras
Vem, moleque me dizer
Onde é que está
Ton soleil, ta braise
Quem me enfeitiçou
O mar, marée, bateau
Tu as le parfum
De la cachaça e de suor
Geme de preguiça e de calor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda

Tu ris, tu mens trop
Tu pleures, tu meurs trop
Tu as le tropique
Dans le sang et sur la peau
Geme de loucura e de torpor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Mata-me de rir
Fala-me de amor
Songes et mensonges
Sei de longe e sei de cor
Geme de prazer e de pavor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Vem molhar meu colo
Vou te consolar
Vem, mulato mole
Dançar dans mes bras
Vem, moleque me dizer
Onde é que está
Ton soleil, ta braise
Quem me enfeitiçou
O mar, marée, bateau
Tu as le parfum
De la cachaça e de suor
Geme de preguiça e de calor
Já é madrugada
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda
Acorda, acorda, acorda, acorda, acorda

Skank -- Dois Rios




O céu está no chão
O céu não cai do alto
É o claro, é a escuridão
O céu que toca o chão
E o céu que vai no alto
Dois lados deram as mãos
Como eu fiz também
Só pra poder conhecer
O que a voz da vida vem dizer
Que os braços sentem
E os olhos vêem
Que os lábios sejam
Dois rios inteiros
Sem direção
O sol é o pé e a mão
O sol é a mãe e o pai
Dissolve a escuridão
O sol se põe se vai
E após se pôr
O sol renasce no Japão
Eu vi também
Só pra poder entender
Na voz a vida ouvi dizer
Que os braços sentem
E os olhos vêem
E os lábios beijam
Dois rios inteiros
Sem direção
E o meu lugar é esse
Ao lado seu, meu corpo inteiro
Dou o meu lugar pois o seu lugar
É o meu amor primeiro
O dia e a noite as quatro estações
Que os braços sentem
E os olhos vêem
E os lábios Sejam
Dois rios inteiros
Sem direção
O céu está no chão
O céu não cai do alto
É o claro, é a escuridão
O céu que toca o chão
E o céu que vai no alto
Dois lados deram as mãos
Como eu fiz também
Só pra poder conhecer
O que a voz da vida vem dizer
Que os braços sentem
E os olhos vêem
E os lábios beijam
Dois rios inteiros
Sem direção
E o meu lugar é esse
Ao lado seu, no corpo inteiro
Dou o meu lugar pois o seu lugar
É o meu amor primeiro
O dia e a noite as quatro estações
Que os braços sentem
E os olhos vêem
Que os lábios sejam
Dois rios inteiros
Sem direção
Que os braços sentem
E os olhos vêem
E os lábios beijam
Dois rios inteiros
Sem direção

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Flickr: trengarasu's Photostream

http://www.flickr.com/photos/trengarasu/

Ikebanas

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Ikebana é a bela arte dos arranjos florais japoneses que segue uma filosofia oriental baseada nos princípios do Zen Budismo. Essa arte teve sua origem na Índia como oferenda a Buda, porém tornou-se reconhecida mundialmente como parte integrante da cultura nipônica. Essa arte prima pelo equilíbrio e beleza do interior da casa, tornando o ambiente em que se encontra harmônico. Contudo não são raros os arranjos, também conhecidos como Kado ou Caminho das Flores, serem montados para ambientes maiores de exposição, como salas inteiras, por exemplo.

Os materiais utilizados são variados, contendo elementos naturais como galhos, flores, frutos, sementes, folhas, entre outros e elementos produzidos como vidros, plásticos e metais. Acredita-se que admirar ou produzir um Ikebana é um caminho de autoconhecimento, visto que proporciona, devido a sua forma e aparência, a experiência da meditação. A harmonia é dada não só ao lar, mas à pessoa também. Acredita-se também que estes arranjos evitam ou afastam os maus fluidos.

A montagem de um Ikebana segue a interpretação subjetiva da interação entre céu, terra e homem. Ela pretende traduzir o místico ligando o homem terreno ao espiritual, através das impressões adquiridas com a beleza das formas geométricas que dão a estes arranjos. As flores são vivificadas. O objetivo é mantê-las belas pelo máximo de tempo possível. A união entre terra, céu e homem num mesmo arranjo visa mostrar o equilíbrio entre esses elementos. Cada Ikebana é único e traz consigo uma representação desse tripé.

No Ikebana nem sempre há flor. Os praticantes dessa arte utilizam as belas formas naturais valorizando o movimento dessas formas na natureza, diferenciando-se dos arranjos ocidentais que visam à quantidade e o colorido das flores. Nestes arranjos não há cortes ou amarrações. A planta é respeitada na sua essência e utilizada exatamente como ela é. Os galhos retorcidos não são dispensados e os elementos escolhidos são equilibradamente adicionados a um vaso previamente selecionado. Nos Ikebanas a busca é pelo equilíbrio da forma, independente de número de materiais utilizados.


O arranjo é composto em sua base por três ramos, cada um representando um elemento. O ramo mais acima é a representação do céu. O intermediário representa o homem e o mais abaixo, a terra. Entre eles, outros materiais são incluídos: flores, musgos, ramos. Os arranjos florais podem ser utilizados em peças decorativas para casa e ambientes, mas também pode fazer parte de outras peças como buquês, enfeites de mesa ou vasos. Eles buscam a harmonia e a paz. Os arranjos devem seguir o tempo e a estação em que se encontram. Há no mundo, várias escolas que seguem estilos diferentes e ensinam a bela arte dessa composição floral.

A arte de confeccionar Ikebanas possui vários estilos, entretanto todos exigem do ikebanista, no momento da criação, silêncio para contemplar a natureza e suas belezas. O Ikebana não é meramente uma peça decorativa, é mais do que isso, é uma representação do real e do divino interagindo a fim de proporcionar paz e harmonia.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Sigel - deusa do sol

http://ataqueastral.blogspot.com/2010/08/sigel-deusa-do-sol.html
Sigel é filha do giganteMundilfari com a gigantaGlaur, se casou comGlen.

Sigel é deusa do sol, na verdade ela seria considerada a personificação do sol, todo dia Sigel corre em sua carruagem levada por dois corcéis chamados Arvak e Alsvid, pois foge do lobo chamado Skoll, filho de Fenrir, que tem o desejo de matá-la, seu irmão gemeo Mani que é deus da lua também é perseguido pelo filho deFenrir, mas é outro filho chamado Hati.

Sigel as vezes era chamada de Alfodrullque quer dizer "gloria dos elfos".
De acordo com a profecia, durante o Ragnarok Skoll alcançara e mataráSigel, criando um eclipse junto com seu irmão Hati, que ira libertar a fera Fenrir


segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Lenda das amendoeiras em flor

http://butterfliesfairies.blogspot.com/2007/02/lenda-das-amendoeiras-em-flor.html
....As amendoeiras em flor. Há uma lenda que adorava quando era miúda e que me vem à memória nesta altura do ano quando as primeiras flores de amendoeira començam a despontar nos campos despidos com céu de tule cinza. Deixou-vos a história para lerem à lareira com uma mantinha nos joelhos e chazinho entre os dedos...
Há muitos e muitos séculos, antes de Portugal existir e quando o Al-Gharb pertencia aos árabes, reinava em Chelb, a futura Silves, o famoso e jovem rei Ibn-Almundim que nunca tinha conhecido uma derrota. Um dia, entre os prisioneiros de uma batalha, viu a linda Gilda, uma princesa loira de olhos azuis e porte altivo. Impressionado, o rei mouro deu-lhe a liberdade, conquistou-lhe progressivamente a confiança e um dia confessou-lhe o seu amor e pediu-lhe para ser sua mulher. Foram felizes durante algum tempo, mas um dia a bela princesa do Norte caiu doente sem razão aparente. Um velho cativo das terras do Norte pediu para ser recebido pelo desesperado rei e revelou-lhe que a princesa sofria de nostalgia da neve do seu país distante. A solução estava ao alcance do rei mouro, pois bastaria mandar plantar por todo o seu reino muitas amendoeiras que quando florissem as suas brancas flores dariam à princesa a ilusão da neve e ela ficaria curada da sua saudade. Na Primavera seguinte, o rei levou Gilda à janela do terraço do castelo e a princesa sentiu que as suas forças regressavam ao ver aquela visão indiscritível das flores brancas que se estendiam sob o seu olhar. O rei mouro e a princesa viveram longos anos de um intenso amor esperando ansiosos, ano após ano, a Primavera que trazia o maravilhoso espectáculo das amendoeiras em flor.

Butterflies & Elfs:


Kuroshio Sea - 2nd largest aquarium tank in the world




- (song is Please don't go by Barcelona)