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domingo, 4 de dezembro de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Alfabeto das arvores - Ogham
O nome Ogham deriva de oga-ama - ogasun, que siginifica propriedade e opulência, e ama, que significa sacerdotisa e mãe. Por extensão: "Propriedade da Suprema Sacerdotisa".
A origem do Alfabeto Ogham é atribuída ao deus mitológico Ogma - oriundo dos Tuatha De Damann, uma raça de deuses gerados pela deusa Danu, uma das faces da Mãe Suprema (o Princípio Feminino de Deus). Essa raça era conhecida pela sua eloquência e interesse pelas artes em geral, em especial, a poesia. Ogma, entre eles, destacava-se tanto por suas habilidades artísticas quanto guerreiras; tornou-se campeão de todos os processos iniciatórios, venceu torneios e promoveu as mais incríveis façanhas, revelando-se, enfim, "aquele que possui o conhecimento do carvalho".
A maneira pela qual o deus Ogma criou o alfabeto continua desconhecida – é de presumir-se que, por ter se revelado o mais proeminente de sua raça, ele tenha sido o Eleito para receber o Conhecimento. (Pode-se subentender, portanto, que Ogma era "Propriedade da Suprema Sacerdotisa" – algo como "o filho favorito".) Mas, o que está claro, é que o objetivo de Ogma, ao criar o alfabeto, foi permitir que determinados conhecimentos fossem registrados de forma cifrada, para que não caíssem em domínio público. A palavra galesa oghum, por exemplo, deriva de ogham e significa "conhecimento oculto".
A exemplo das Runas para os nórdicos, Ogham é um alfabeto essencialmente relacionado aos celtas a à cultura desse grupo étnico, sendo utilizado principalmente por bardos e druidas.
Os celtas eram exímios guerreiros, metalúrgicos, agricultores, criadores de animais, construtores de estradas e de carroças. Mas eram, sobretudo, especialmente ligado às artes, à música, poesia, divinação e à celebração da vida em grandes festas e rituais.
Sobre o alfabeto ogâmico, em específico, muito têm-se especulado, polemizado, deliberado, contestado: quer pela sua "estranha" forma de escrita, quer pela sua origem remota, quer por suas poucas evidências histórias. No entretanto, o fato incontestável é que, seja lá como for, ele se apresenta com evidente veracidade nos dias atuais. Para quem estiver receptivo às vibrações dos "Sussurros Célticos", perceberá que toda especulação e polêmica em torno do assunto é inútil – mera teoria elucubrativa. Quem quer que assimile a essência do "espírito ogâmico" se verá enriquecido pela experiência de buscar o autoconhecimento divinatório através da "Voz das Árvores".
Os celtas eram exímios guerreiros, metalúrgicos, agricultores, criadores de animais, construtores de estradas e de carroças. Mas eram, sobretudo, especialmente ligado às artes, à música, poesia, divinação e à celebração da vida em grandes festas e rituais.
Sobre o alfabeto ogâmico, em específico, muito têm-se especulado, polemizado, deliberado, contestado: quer pela sua "estranha" forma de escrita, quer pela sua origem remota, quer por suas poucas evidências histórias. No entretanto, o fato incontestável é que, seja lá como for, ele se apresenta com evidente veracidade nos dias atuais. Para quem estiver receptivo às vibrações dos "Sussurros Célticos", perceberá que toda especulação e polêmica em torno do assunto é inútil – mera teoria elucubrativa. Quem quer que assimile a essência do "espírito ogâmico" se verá enriquecido pela experiência de buscar o autoconhecimento divinatório através da "Voz das Árvores".
Aleuromancia e outras leituras...
Deriva do grego aleuron ('farinha') e manteia ('adivinhação).
Os papéis, ou os paus, eram embrulhados ou cozinhados no fogo, normalmente em azeite. A pessoa escolhia uma das parcelas da massa, abria-a e lia a resposta.
Este método, conhecido em várias culturas antes da era cristã, serviu de base às sinas contidas nos bolinhos da sorte e nos invólucros de pastilhas elásticas, muito comuns em todo o mundo.

Existem diversas formas de adivinhação que nos parecem estranhas. Na China, na antiguidade, davam uma tigela de sopa com talharim a uma pessoa e interpretavam o futuro de acordo com a forma do talharim na colher, quando se levava à boca.
Sentenças eram escritas em tirinhas de papel e cada uma era enrolada em bolas de farinha e cozidas.
Depois, eram misturadas nove vezes e então divididas entre os participantes que, supostamente, conheceria seu destino.
Outro método usado era misturar água e farinha numa vasilha e interpretar os padrões dos resíduos no fundo e lados. Apolo, que supostamente presidia essa forma de adivinhação, foi apelidado de Aleuromante.
A aleuromancia é um método que emprega a farinha e massa (farinha de trigo, farinha de arroz, farinha de milho, entre outras_. Segundo este método, as respostas estavam escritas em pedaços de papel ou em pequenos paus de madeira.
Os papéis, ou os paus, eram embrulhados ou cozinhados no fogo, normalmente em azeite. A pessoa escolhia uma das parcelas da massa, abria-a e lia a resposta.
Este método, conhecido em várias culturas antes da era cristã, serviu de base às sinas contidas nos bolinhos da sorte e nos invólucros de pastilhas elásticas, muito comuns em todo o mundo.
Os modernos biscoitos da sorte são a sobrevivência deste antigo ritual.
Se você escutar que é possível prever o futuro por meio de alimentos não precisa achar que é coisa de maluco. Quando paramos para pensar, lembramos logo da leitura do futuro na borra de café, por exemplo, que é um método de previsão oriundo da cultura árabe. Diversas culturas têm formas diferentes para fazer as previsões.
Os conhecidos “biscoitinhos da sorte” são uma sensação e todo mundo gosta de ler as previsões que vêm escritas no papel. Derrubar sal dá azar e jogar sal sobre o ombro esquerdo afasta o azar. Essas superstições existem até hoje. No passado, se acreditava que o sal tinha propriedades mágicas.
Os conhecidos “biscoitinhos da sorte” são uma sensação e todo mundo gosta de ler as previsões que vêm escritas no papel. Derrubar sal dá azar e jogar sal sobre o ombro esquerdo afasta o azar. Essas superstições existem até hoje. No passado, se acreditava que o sal tinha propriedades mágicas.
Alomancia:
Também Halomancia. Do grego halo ('sal') e manteia ('adivinhação), este é um método pela interpretação de padrões aleatórios usando sal, processo que é pouco conhecido. Essa forma de adivinhação provavelmente deu origem às diversas superstições relacionadas ao sal até hoje existentes, como colocar um copo de sal atrás da porta ou jogar uma pitada sobre o ombro.
Por acreditarem que o sal tinha poderes, criaram um método de adivinhação que usava o sal como meio, a “Alomancia”. O método consistia em se jogar um punhado de sal em uma superfície e interpretar a forma que surgisse.
Existem diversas formas de adivinhação que nos parecem estranhas. Na China, na antiguidade, davam uma tigela de sopa com talharim a uma pessoa e interpretavam o futuro de acordo com a forma do talharim na colher, quando se levava à boca.
Alfitomancia:
Deriva do grego alphitomantis (adivinhação usando cevada), este antigo método determina a culpa ou inocência de uma pessoa suspeita, alimentando-a com um pão especialmente preparado. Se a pessoa sofrer de indigestão, ou achar o pão muito ruim, isto é interpretado como sinal de culpa.
Diz-se que próximo a Lavinium, um bosque sagrado, a alfitomancia era praticada para testar a pureza das mulheres.
O sacerdote deixava uma serpente ou, como diziam, um dragão, numa caverna na floresta. Em certos dias do ano as mulheres jovens eram enviadas vendadas e levando um bolo feito de mel e farinha de cevada. As inocentes tinham seu bolo comido pela serpente, as outras, recusado.
domingo, 19 de dezembro de 2010
Mitologias e Lendas ( O Mundo)
http://omundo.forum-livre.com/cultura-f3/mitologias-e-lendas-t34.htm
Fórum lendas e mitos
Fórum lendas e mitos
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Sun Gazing com Hira Ratan Manek - energia do sol
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Chegar à lua...
| Rating: | ★★★ |
| Category: | Other |
Para distrair a filha, a mãe tecia e bordava seus vestidos com luares de prata, pacientemente. O pai enfiava em fios de seda pérolas brancas e lisas, cultivadas em conchas, para o colar da menina. Mas nada trazia a felicidade para a filha, que sonhava, dia e noite, noite e dia, em ter a Lua, mesmo sendo longe e fria.
Muitas vezes, buscando consolar a menina, a mãe dizia: "Filha minha, o caminho da Lua é muito dentro da noite. Em seu escuro, além de estrelas e constelações, grandes dragões cortam as estradas com raios, trovões e labaredas. Nas nuvens da noite dormem morcegos com asas longas, capazes de esconder outros vampiros e demônios." Mas nada desviava o desejo da menina de morar na Lua, mesmo sendo longe e fria.
Uma tarde o pai não voltou do trabalho. Perdeu-se nas sombras da floresta colhendo os frutos mais saborosos, fabricados pela ternura das estações, para presentear à filha. A noite já andava alta, e a mãe, debruçada na janela, com os olhos fixos no caminho que traria o esposo, caiu em um sono grande e mais profundo que o firmamento. E a menina, sonhando com a Lua, aproveitou o descuido dos pais e tomou o caminho de São Tiago, buscando a Lua, longe e fria. A estrada era feita de neblina e poeira de estrela, brilhante como o vidro. Mas entre uma estrela e outra havia o nada. E o nada era imenso e vazio.
Ela assentou-se na primeira estrela, debruçada sobre a noite. Muito triste, começou a chorar. E seu intenso pranto choveu por sobre a Terra. E eram tantas as lágrimas que um oceano, salgado e misterioso, se formou.
A mãe da menina, com medo de se afogar, pediu ajuda aos céus e transformou-se em espírito das águas. O pai, sem a esposa e a filha, cheio de amor, salvou-se em um pequeno barco e passa as noites e noites navegando nos mares, procurando a mulher e a menina querida.
Naquela noite, os soluços da menina chamaram a atenção de um cavaleiro que galopava pelas estradas de São Tiago. Escutando o pranto, cheio de pena, aproximou-se da menina. Adivinhando o seu desejo de ter a Lua, mesmo sendo longe e fria, oferece-lhe ajuda. A menina montou na garupa do cavalo branco. E, como o cavaleiro era São Jorge, não foi difícil chegar à Lua.
E até hoje, se a noite é clara, a menina desce com a Lua para o fundo dos mares, rios e oceanos, visita o espírito das águas e ilumina o caminho para o pescador de estrelas.
Este texto faz parte do Livro "Faca afiada", do escritor Bartolomeu Campos Queirós.
Uma idéia toda azul:
| Rating: | ★★★ |
| Category: | Other |
Um dia o Rei teve uma idéia. Era a primeira da vida toda, e tão maravilhado ficou com aquela idéia azul, que não quis saber de contar aos ministros. Desceu com ela para o jardim, correu com Ela nos gramados, brincou com ela de esconder entre outros pensamentos, encontrando-a sempre com igual alegria, linda idéia dele toda azul.
Brincaram até o Rei adormecer encostado numa árvore.
Foi acordar tateando a coroa e procurando a idéia, para perceber o perigo. Sozinha no seu sono, solta e tão bonita, a idéia poderia ter chamado a atenção de alguém.
Bastaria esse alguém pegá-la e levar. É tão fácil roubar uma idéia: Quem jamais saberia que já tinha dono?
Com a idéia escondida debaixo do manto, o Rei voltou para o castelo. Esperou a noite. Quando todos os olhos se fecharam, saiu dos seus aposentos, atravessou salões, Desceu escadas, subiu degraus, até Chegar ao Corredor das Salas do Tempo.
Portas fechadas, e o silêncio.
Que sala escolher?
Diante de cada porta o Rei parava, pensava, e seguia adiante. Até chegar à Sala do Sono.
Abriu. Na sala acolchoada os pés do Rei afundavam até o tornozelo, o olhar se embaraçava em gazes, cortinas e véus pendurados como teias.
Sala de quase escuro, sempre igual. O Rei deitou a idéia adormecida na cama de marfim, baixou o cortinado, saiu e trancou a porta.
A chave prendeu no pescoço em grossa corrente. E nunca mais mexeu nela.
O tempo correu seus anos. Idéias o Rei não teve mais, nem sentiu falta, tão ocupado estava em governar. Envelhecia sem perceber, diante dos educados espelhos reais Que mentiam a verdade. Apenas, sentia-se mais triste e mais só, sem que nunca mais tivesse tido vontade de brincar nos jardins.
Só os ministros viam a velhice do Rei. Quando a cabeça ficou toda branca, disseram-lhe que já podia descansar, e o libertaram do manto.
Posta a coroa sobre a almofada, o Rei logo levou a mão à corrente.
Ninguém mais se ocupa de mim - dizia atravessando salões e descendo escadas a caminho das Salas do Tempo - ninguém mais me olha. Agora posso buscar minha Linda idéia e guardá-la só para mim.
Abriu a porta, levantou o cortinado.
Na cama de marfim, a idéia dormia azul como naquele dia.
Como naquele dia, jovem, tão jovem, uma idéia menina. E linda. Mas o Rei não era mais o Rei daquele dia.
Entre ele e a idéia estava todo o tempo passado lá fora, o tempo todo parado na Sala do Sono. Seus olhos não viam na idéia a mesma graça. Brincar não queria, nem Rir. Que fazer com ela? Nunca mais saberiam estar juntos como naquele dia.
Sentado na beira da cama o Rei chorou suas duas últimas lágrimas, as que tinha guardado para a maior tristeza.
Depois baixou o cortinado, e deixando a idéia adormecida, fechou para sempre a porta.
(Este conto, de Marina Colasanti, faz parte do livro com o mesmo nome)
Focos em flocos!
| Rating: | ★★ |
| Category: | Other |
Um dia, um herói de desenho animado apareceu no quarto do homem… E saiu voando, levando-o nos braços para conhecer um mundo encantado…
Lá, o homem pôde se ver criança falando com os bichos. E conheceu todos os super-heróis da tevê. E passeou por castelos, viu-se príncipe e querubim . E viu a Terra do alto, pequenina, pequenina… E pôde voar com os pássaros, escorregar no arco-íris, pular sobre as nuvens e adormecer nos braços de uma estrela cadente.
Mas, quando acordou, acordou em seu quarto…
Confuso, o homem vai à janela e vê que está no sobrado de frente para o quartel, atrás do hospital… Anda de um lado pro outro. Decepcionado, deixa-se cair sobre a cama. De repente, para, sorri. Depois gargalha. Pedacinhos de nuvem com flocos de estrela estão cobrindo seu lençol.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Coragem
Observo várias espécies dela: uma coragem contra a fortuna, que é filosofia; uma coragem contra as misérias, que é paciência; uma coragem na guerra, que é bravura; uma coragem nos em preendimentos, que é arrojo; uma coragem altiva e teme rária, que é audácia; uma coragem contra a injustiça, que é firmeza; uma coragem contra o vício, que é severidade; uma coragem de reflexão, de temperamento, etc.
Não é comum que um mesmo homem reúna tantas qualidades.
Octávio, no pleno da sua fortuna, elevado sobre precipícios, enfrentava perigos eminentes; mas a morte, presente na guerra, abalava sua alma. Um número incalculável de romanos que nunca tinham temido a morte nas batalhas não possuía essa outra coragem que submeteu a terra a Augusto.
Não apenas se encontram muitas espécies de coragem, mas na mesma coragem muitas desigualdades. Bruto, que teve a ousadia de atacar a fortuna de César, não teve a força de seguir a sua própria: havia alcançado o projeto de destruir a tirania apenas com os recursos da sua coragem, e teve a fraqueza de o abandonar com todas as forças do povo romano, por falta desse equilíbrio de força e de sentimento que sobrepõe os obstáculos e a lentidão dos sucessos.
Luc de Clapiers Vauvenargues
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Os 12 pratos
| Rating: | ★★★ |
| Category: | Other |
Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de porcelanas, de rara e antiga procedência, constituída por doze pratos de grande beleza artística.
Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse uma das peças. Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria, o príncipe ordenou a morte do dedicado servo, vítima de um golpe do destino.
A notícia tomou conta do império. Às vésperas da execução, apresentou-se um sábio bastante idoso, que se comprometeu a devolver a ordem à coleção se o servo fosse perdoado.
Emocionado, o príncipe reuniu sua corte e aceitou a proposta. O venerado ancião solicitou que os pratos restantes fossem colocados em uma mesa, sobre uma toalha de linho, e que os pedaços da porcelana quebrada fossem espalhados em volta do móvel.
Atendido na sua solicitação, o sábio aproximou-se da mesa e, em um gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as bruscamente sobre o piso de mármore e arrebentando-as todas.
Ante o torpor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, o ancião disse:
– Aí estão, senhor, todas iguais conforme prometi. Agora pode mandar matar-me. Desde que essas porcelanas valem mais do que a vida das pessoas, e, considerando que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças for quebrada. Assim, com a minha existência, pretendo salvar doze vidas, já que elas, diante desses objetos, nada valem.
Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo, compreendendo que nada havia mais precioso do que a vida em si mesma.
- contos chineses -
Cegonhas...lenda?rs
http://www.snotr.com/video/2938
The story of the stork
Uma data muito especial para se comemorar a vida!
Que possamos estar sempre na hora certa, no lugar certo..rsss
Agradeço muito em compartilhar esta data e lá vem as minhas núvens
amigas...VEM ou nu_vem?
The story of the stork
Uma data muito especial para se comemorar a vida!
Que possamos estar sempre na hora certa, no lugar certo..rsss
Agradeço muito em compartilhar esta data e lá vem as minhas núvens
amigas...VEM ou nu_vem?
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
A Borboleta Branca
| Rating: | |
| Category: | Other |
Um dia, quando o rapaz estava sentado ao lado do leito do tio, doente, fazendo-lhe companhia, viu uma enorme borboleta branca entrar no quarto. A borboleta voou em círculo e pousou no travesseiro do tio, que estava deitado.
Como pousou calmamente, o sobrinho pensou em deixar o inseto ali mesmo. Mas, preocupado que o bicho pudesse assustar o tio, que estava dormindo, assoprou em direção do bicho para que voasse de volta para fora da casa. A borboleta levantou vôo e ficou circulando a roupa de cama do tio. De repente, saiu voando para fora da janela.
O menino achou a borboleta um pouco diferente e resolveu segui-la. Como o tio estava dormindo, não haveria mal algum deixá-lo sozinho por algum tempo. A borboleta branca voou em direção do cemitério, que ficava do outro lado da rua e próximo da casa.
Foi diretamente para uma tumba e, então, desapareceu misteriosamente. O jovem procurou, mas não viu mais nada. Teve a impressão de que a borboleta iria pousar na tumba com o nome Akiko, quando a perdeu de vista. Resolveu, então, voltar para casa.
O menino ausentou-se somente por alguns minutos, mas, nesse intervalo, seu tio havia falecido.
Depois do enterro, conversando com a mãe, ele contou sobre a visita da borboleta pouco antes da morte do tio.
Porém, nada disse sobre sua perseguição ao cemitério para não ser ralhado por ter deixado o tio enfermo sozinho.
Quando lamentava que pouco sabia sobre seu recém-falecido tio, a mãe lhe contou que o irmão, quando jovem tinha uma noiva que amava muito. Porém, dias antes da data marcada para o casamento, a noiva faleceu vítima de uma doença. Ele, então, comprou uma casa próxima do cemitério onde ela estava enterrada para poder zelar sua sepultura. Assim, durante 50 anos, tinha cuidado da tumba, limpando, colocando flores e rezando diariamente para Akiko.
Assustado, o menino contou à mãe que a borboleta tinha desaparecido exatamente no túmulo com a inscrição Akiko.
A mãe, então, ficou satisfeita, dizendo que seu irmão teve uma morte feliz. Certamente, o espírito de Akiko tomou forma de borboleta e veio buscar o espírito do homem que durante toda vida a amou.
Na crendice popular japonesa, muitas vezes a borboleta branca é vista como alma de uma pessoa falecida.
Lendas do Japão
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
A mesma verdade.... entre lendas um poema.
| Rating: | ★★★★★ |
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Uma Princesa encantada
A quem só despertaria
Um Infante, que viria
De além do muro da estrada.
Ele tinha que, tentado,
Vencer o mal e o bem,
Antes que, já libertado,
Deixasse o caminho errado
Por o que à Princesa vem.
A Princesa Adormecida,
Se espera, dormindo espera,
Sonha em morte a sua vida,
E orna-lhe a fronte esquecida,
Verde, uma grinalda de hera.
Longe o Infante, esforçado,
Sem saber que intuito tem,
Rompe o caminho fadado,
Ele dela é ignorado,
Ela para ele é ninguém.
Mas cada um cumpre o Destino
Ela dormindo encantada,
Ele buscando-a sem tino
Pelo processo divino
Que faz existir a estrada.
E, se bem que seja obscuro
Tudo pela estrada fora,
E falso, ele vem seguro,
E vencendo estrada e muro,
Chega onde em sono ela mora,
E, inda tonto do que houvera,
À cabeça, em maresia,
Ergue a mão, e encontra hera,
E vê que ele mesmo era
A Princesa que dormia.
Fernando Pessoa
Eros e Psique
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
...E assim vêdes, meu Irmão, que as verdades
que vos foram dadas no Grau de Neófito, e
aquelas que vos foram dadas no Grau de Adepto
Menor, são, ainda que opostas, a mesma verdade.
(Do Ritual Do Grau De Mestre Do Átrio
Na Ordem Templária De Portugal)
Publicado pela primeira vez in Presença, n.os 41-42, Coimbra, maio de 1934. Acerca da epígrafe que encabeça este poema diz o próprio autor a uma interrogação levantada pelo crítico A. Casais Monteiro, em carta a este último:
A citação, epígrafe ao meu poema "Eros e Psique", de um trecho (traduzido, pois o Ritual é em latim) do Ritual do Terceiro Grau da Ordem Templária de Portugal, indica simplesmente - o que é fato - que me foi permitido folhear os Rituais dos três primeiros graus dessa Ordem, extinta, ou em dormência desde cerca de 1888. Se não estivesse em dormência, eu não citaria o trecho do Ritual, pois se não devem citar (indicando a origem) trechos de Rituais que estão em trabalho [In VO/II.]
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Esopo
| Rating: | ★★★★ |
| Category: | Other |
Esopo foi um moralista e fabulista grego do século 6 a.C., que teria nascido em alguma cidade da Anatólia. Sobre sua vida existem algumas versões incertas e contraditórias, sendo a mais antiga encontrada em Heródoto: segundo este historiador, e também na opinião de Plutarco, Esopo era um escravo gago e corcunda, mas dono de grande inteligência, que ao obter sua liberdade viajou pela Ásia, Egito e Grécia.
Durante essas andanças ele se tornou amigo do rei Creso, da Lídia, que o encarregou de levar oferendas ao templo de Delfos, mas chegando lá, e percebendo a cobiça dos sacerdotes, o fabulista dirigiu sarcasmos aos religiosos, não lhes deu o dinheiro que o rei enviara e se limitou a fazer sacrifícios aos deuses. Enraivecidos, os sacerdotes decidiram vingar-se daquela atitude, e para isso esconderam na bagagem de Éfeso um copo - ou faca - de ouro, acusando-o em seguida de roubo. Por essa razão o ex-escravo foi preso e condenado a ser jogado do alto de uma rocha.
Uma outra versão apresenta Esopo como sendo natural da Trácia e contemporâneo do rei Amásis, do Egito. Escravo libertado por Xanto, seu senhor, ele continuou, entretanto, a freqüentar a casa onde servira, apesar de o seu desejo de adquirir novos conhecimentos levá-lo a constantes viagens por diferentes países. Ao que parece, foi no Oriente que adquiriu o gosto pelas narrativas alegóricas que posteriormente foram propagadas pela Grécia. Segundo esse relato, Esopo, que teria morrido em Delfos, foi considerado como o inventor do apólogo, apesar de a fábula já existir na Grécia e no Oriente desde a mais remota antiguidade. Parece que sob o título Fábulas de Esopo, designaram-se todos os apólogos cuja proveniência exata era ignorada.
Esopo tornou-se famoso pelas suas pequenas histórias de animais, cada uma delas com um sentido e um ensinamento. Seus personagens - apesar de selvagens e irracionais na vida normal - falam, cometem erros, são sábios ou tolos, maus ou bons, exatamente como os homens, porque a intenção do fabulista era mostrar como o ser humano poderia agir. Ele nunca escreveu as narrativas criadas em sua imaginação, apenas as contava para o povo, que as apreciava e por isso se encarregou de repeti-las. Apesar disso, somente duzentos anos após a sua morte é que elas foram transcritas para o papel, e depois reunidas às de vários outros fabulistas que em várias épocas e civilizações também inventaram contos de moralidade popular, mas cuja autoria permaneceu desconhecida.
O filósofo grego Demétrio de Falero (345-283), que ajudou Ptolomeu I a organizar a famosa biblioteca de Alexandria, no Egito, foi quem preparou a primeira coletânea das fábulas de Esopo, que chegaram aos nossos dias através dos escritos do monge bizantino Maximus Planudes, autor de uma biografia sobre Demétrio. Entre as mais de trezentas histórias atribuídas ao fabulista, as mais conhecidas são “A raposa e as uvas”, “O leão e o rato”, “A galinha e a pomba”, “A galinha dos ovos de ouro”, e “A águia e a coruja”.
Uma circunstância da vida do fabulista deu origem a locução "as línguas de Esopo". Diz-se que certo dia o seu senhor - Xanto - o encarregou de buscar no mercado o que de melhor encontrasse para servir como refeição a alguns convidados. Esopo saiu e comprou um punhado de línguas bovinas, que mandou preparar de várias maneiras. Durante a festa, e na medida em que elas iam sendo servidas aos convivas, estes deixavam transparecer cada vez mais o seu desagrado, e em breve alguns deles, aborrecidos, passaram a reclamar. Questionado, Esopo justificou-se:
- Há coisa melhor do que a língua? Ela é o laço da vida, da razão; e por meio dela as cidades são construídas e policiadas. Graças a ela as pessoas não só são instruídas, persuadidas e convencidas nas assembléias, mas também cumprem o primeiro de todos os deveres, que é o de louvar a Deus.
- Está bem - replicou Xanto, que pretendia embaraçá-lo. - Pois amanhã eu quero que você compre o que houver de pior.
No dia seguinte Esopo serviu novamente línguas, apenas asseverando que a língua é a pior coisa que há no mundo:
- A língua é a mãe de todas as questões, a origem de todos os processos, a fonte das discórdias e das guerras. Se por um lado se ela é o órgão da verdade, de outro é também o do erro e, pior ainda, o da calúnia e da infâmia, porque se em dado momento ela louva os deuses, em outro é usada para a blasfêmia e a impiedade.
Fábulas de Esopo
As fábulas que lhe são atribuídas sugerem normas de conduta que são exemplificadas pela ação dos animais (mas também de homens, deuses e mesmo coisas inanimadas). Esopo partia da cultura popular para compor seus escritos. Os seus animais falam, cometem erros, são sábios ou tolos, maus ou bons, exatamente como os homens. A intenção de Esopo, em suas fábulas, era mostrar como os seres humanos podiam agir, para bem ou para mal.
As fábulas de Esopo tornaram-se um termo branco para coleções de fábulas brandas, usualmente envolvendo animais personificados.
As fábulas remontam uma chance popular para educação moral de crianças hoje. Há muitas histórias incluídas nas fábulas de Esopo, tão como A raposa e as uvas (de que o idioma "uvas verdes" foi derivado), A tartaruga e a lebre, O vento norte e o sol e O menino que gritava lobo, O Lobo e o Cordeiro são bem conhecidas pelo mundo afora.
Assim,podemos dizer que em toda parte, a fábula é um conto de moralidade popular, uma lição de inteligência, de justiça, de sagacidade, trazida até nós pelos nossos Esopos.
No século III d.C. Apolônio de Tiana, o filósofo do século I d.C. recordou como tendo dito sobre Esopo:
"como aqueles que jantam bem nos pratos mais planos, ele fez uso de humildes incidentes para ensinar grandes verdades, e após servir uma história ele adiciona a ela o aviso para fazer uma coisa ou não fazê-la. Então, também, ele foi realmente mais atacado para verdade do que os poetas são."
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/literatura-infantil-fabulas-de-esopo
Ver mais neste site as Fábulas de Esopo
Amuleto japonês de sapo ( “kaeru”),
| Rating: | ★★★★★ |
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O sapo Kaeru e a tartaruga Kame segundo as tradições japonesas melhoram a vida das pessoas, e por conta disso são tidos como pequenos amuletos “carregáveis”.
Pode ser que o sapo de verdade não desperte muito interesse, pois a pele enrugada, a cor verde e os seus saltos são estranhos para algumas pessoas. Entretanto quando se trata da tradição japonesa, o sapo kaeru não provoca nenhuma reação negativa. Pelo contrário, ter um kaeru é ter sorte.
Kaeru no idioma japonês significa voltar, e com isto o amuleto passou a ser usado como sinônimo de boa sorte. Os japoneses acreditam que carregando o kaeru eles terão o dinheiro que gastam de volta. Então se você é daqueles que não gosta de perder dinheiro, e sempre quer atrair coisas boas, deve procurar carregar um kaeru na bolsa, na carteira até mesmo no bolso da roupa. O kaeru pode ser de madeira, resina, porcelana e até mesmo de origami.
Há quem goste de presentear os amigos com o pequeno sapo como uma forma de desejar estabilidade e boa sorte. É o caso de Setuko Oyama, que sempre presenteia os amigos com o sapo da sorte. “Não precisa ter uma data específica para presentear alguém. Basta ter boa intenção no momento de dar o kaero, pois dessa forma a boa sorte vem em dobro”, comenta.
A tartaruga Kame também é um amuleto importante na tradição japonesa, ela traz felicidade e prosperidade. Os japoneses crêem que a Kame traz a longevidade, estabilidade e o equilíbrio. A kame pode ser carregada igual o kaeru, além de ser um ótimo presente.
No Brasil, existe uma crença popular que diz que criar tartaruga debaixo da cama é bom para curar problemas respiratórios. Quando a tartaruga desaparece acredita-se que ela levou todo o problema embora. Se a crença é verdadeira ou não fica difícil em responder, mas o significado da tartaruga é saúde e prosperidade. No Feng Shui ter enfeites de tartaruga em casa é sinônimo de vida longa e sabedoria, mesmo ela tendo um aspecto lento e passivo.
Pequeno presente, grande sorriso!
Desde 1960, quando foi fundada, a Sanrio inova nas formas de artigo de papelaria, material escolar, acessórios e presentes. Além de ser responsável pelo símbolo coorporativo através da Hello Kitty®, também criou personagens como o famoso sapo kaero: o Keroppi. Esse sapinho está presente em pelo menos 4.000 lojas nas Américas, credenciadas pela Sanrio.
Lápis, borracha, todo e qualquer artigo escolar é encontrado o sapo que vive na Lagoa Donut, cercado pelos seus colegas e familiares. Se o kaero é visto como um amuleto de sorte, para comerciantes ele também traz muita ‘sorte’ com os clientes, principalmente crianças. Para a dona de uma loja localizada em um dos shoppings de Campinas, Lúcia Suzuki, a procura pelos artigos com a marca Sanrio cresce principalmente no início das aulas. “As mães já vêm sabendo o que os filhos querem. Produtos da Hello Kitty e do sapinho Keroppi estão entre as principais marcas”, avalia.
A Lenda do Chá
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O imperador pediu a determinada altura que os seus servidores lhe fervessem um pouco de água enquanto descansava à sombra de uma árvore. Foi precisamente dessa árvore que uma folha se soltou e caiu dentro da taça de água fervida. Sem reparar, o Imperador bebeu, sendo dessa forma que nasceu a primeira chávena de chá. Terá sido este imperador que criou a medicina natural ou ervanária, testando ele próprio uma enorme variedades de bebidas medicinais à base do chá.
É bem provável que essa história nem seja verdadeira, mas dá um ar romântico à origem de uma bebida conhecida mundialmente. Esta lenda é divulgada como a primeira referência à infusão das folhas de chá verde, provenientes da planta Camellia sinensis, originária da China e da Índia. Na verdade, o primeiro registro escrito sobre o uso do chá data do século III a.C. O tratado de Lu Yu ( o Santo do Chá), conhecido como o primeiro tratado sobre chá com caráter técnico, escrito no séc. VIII, durante a dinastia Tang, definiu o papel da China como responsável pela introdução do chá no mundo.
E tudo começou na China há mais de cinco mil anos e que proliferou para os quatro cantos do mundo, onde continua a ser, ainda hoje, muito apreciado. Sabia que os britânicos, talvez os maiores fãs desta infusão, têm de agradecer a uma portuguesa a introdução do chá no seu país?!
Entre os séculos XVIII e XIX, o chá esteve em volta de uma enorme polémica: havia uma crescente preocupação de que o consumo excessivo de chá pelas classes trabalhadoras acabaria por tornar essas pessoas melancólicas e sem força para trabalhar! Escusado será dizer que essa preocupação não atingia as classes altas que, nessa época, não precisavam de laborar!
A partir de meados do século XIX, e com a ajuda do Movimento de Temperança, que pretendia diminuir o consumo de álcool, o chá passou a ser um substituto do mesmo. Hoje, é a bebida mais consumida no mundo, logo depois da água, e os seus benefícios para a saúde são mais que muitos!
Saboroso e com poucas calorias, disponível em dezenas de sabores e recheado de antioxidantes, já estas quatro características são mais que suficientes para se entregar à “chá-mania”! Mas há mais… ao longo dos últimos anos, os estudos em torno desta bebida secular têm-se multiplicado e os benefícios para a saúde também!
PRINCIPAIS BENEFÍCIOS
Graças aos seus poderosos antioxidantes – os polifenois – o chá traz inúmeras vantagens para a saúde física e mental:
melhora os níveis de concentração
aumenta os níveis de energia
é um estimulante do bem-estar geral
pode ser utilizado como prevenção e tratamento de aterosclerose (a formação de placas nocivas nas paredes das artérias e que pode levar à sua obstrução completa)
é óptimo na prevenção da diabetes
diminui o risco de doenças cardiovasculares
previne contra o cancro (inibe o desenvolvimento de células cancerígenas, impede o fornecimento de sangue ao tumor e incentiva a autodestruição das próprias células cancerígenas)
contribui para a diminuindo dos níveis de “colesterol mau” (LDL – lipoproteína de baixa densidade)
melhora o metabolismo lípido
tem um efeito anti-bacteriano significativo
purifica o organismo, eliminando toxinas
combate a retenção de líquidos
VERDE, BRANCO OU PRETO?
Todos os chás derivam da mesma planta – a Camellia sinensis – mas diferem consoante o processo de oxidação a que são sujeitos e que modifica a cor das suas folhas, o seu aroma, sabor e quantidade de polifenois presentes. O chá preto é o mais processado e, embora mantenha muitas qualidades benéficas para a saúde, tem menos poderes antioxidantes do que o chá verde – composto pelas folhas não oxidadas da planta do chá. O chá branco, por sua vez, é o menos processado e contém mais antioxidantes do que o chá verde, no entanto, tem um sabor quase inexistente e é bastante mais caro do que os outros. O melhor é mesmo experimentá-los todos!
SABORES SAUDÁVEIS
Com mil e um sabores para provar, são vários os chás que apresentam soluções deliciosamente saudáveis para problemas específicos. É o caso destes chás:
Camomila: os seus efeitos tranquilizantes no sistema nervoso são muito conhecidos, bem como o poder calmante que tem sobre problemas de estômago.
Cidreira: indicado para combater cólicas e gases, é ainda um calmante natural para estados de nervosismo e de insónia.
Dente-de-leão: desintoxica o fígado, estimulando o seu funcionamento saudável.
Gengibre: para além de acalmar o sistema digestivo, é um excelente energizante natural.
Hortelã/Menta: relaxa os intestinos, incentivando o seu funcionamento pleno e regular, sendo ainda aconselhado para perturbações de estômago.
Maça: antidiarreico e o auxiliar perfeito para uma boa digestão, tem ainda propriedades sedativas.
Valeriana: auxilia nas perturbações do sono, sendo um substituto natural dos vulgares comprimidos para dormir.
PRONTO A SERVIR
Esqueça o chá engarrafado, preferindo sempre o chá fresco, fervido na hora com recurso às práticas saquetas ou então com ervas e folhas soltas, deixando-as “marinar” durante 3 a 5 minutos, para poder retirar e aproveitar ao máximo os seus compostos mais benéficos. Se está a tentar emagrecer, troque o açúcar por mel, algumas rodelas de limão, um pau de canela ou beba-o simples! Evite ainda adicionar leite – para além de cortar nas calorias, continua a assegurar os benefícios cardiovasculares do chá, eliminados quando se junta leite ao chá.
Se, por outro lado, está a tentar reduzir o consumo de cafeína, também pode contar com o chá: uma chávena de chá preto tem um terço da cafeína presente num café e o chá verde contém apenas um sexto desse valor. Para reduzir ainda mais a quantidade de cafeína presente no chá, diminua o tempo de infusão dos habituais 3 a 5 minutos para 45 segundos. Depois, desfaça-se dessa água, mantendo apenas a saqueta ou as ervas/folhas, verta uma nova quantidade de água fervida sobre as mesmas, respeitando agora o tempo de infusão habitual.
Quer melhores motivos para planear o seu próximo chá das 5?
http://casadocha.com
sábado, 7 de agosto de 2010
Ao bom pai, em todos os dias.
A caixinha dourada
Há algum tempo atrás, um homem castigou a sua filha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.
O dinheiro era pouco naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina a embrulhar uma caixinha com aquele papel dourado e a colocá-la debaixo da árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menina levou o presente ao seu pai e disse: "Isto é para ti, Papá!"
Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reacção, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia.
Gritou e disse: "Tu não sabes que quando se dá um presente a alguém, coloca-se alguma coisa dentro da caixa?"
A menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse: "Oh Papá, não está vazia. Eu soprei beijinhos para dentro da caixa. Todos para ti, Papá".
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou-lhe que lhe perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado da sua cama por anos e, sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, pegava na caixa e tirava um beijo imaginário, recordando o amor que a sua filha ali tinha colocado.
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós tem recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos dos nossos pais, filhos, irmãos e amigos...
Ninguém tem uma propriedade ou posse mais bonita que esta.
Aprender com a luz
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Sonhou que tivera um encontro com Deus e porque o homem se apresentasse muito triste, Deus o presenteou com duas caixas.
Uma delas era de cor preta, envernizada e a outra de cor dourada, com um belo laço de fita. "Coloque todas as suas tristezas na caixa preta", recomendou o bom Deus. "E as suas alegrias, guarde na caixa dourada."
O homem entendeu Suas palavras e, desde aquele dia, passou a proceder de acordo com a recomendação Divina.
Depois de algum tempo, o homem se surpreendeu porque a caixa dourada ficava cada dia mais pesada e a preta continuava tão leve quanto a noite em que a ganhara de Deus.
Tomado de curiosidade, abriu a caixa preta. Queria descobrir por que estava tão leve, se quase todos os dias ele colocava ali, ao menos, uma pequena tristeza.
Foi então que ele percebeu um buraco na base da caixa, por onde saíam todas as suas tristezas. Pensou alto, falando com Deus: "Por que, Pai, Você me deu uma caixa com um buraco e uma caixa inteira, sem nenhum vazamento?
" O bom Pai respondeu de pronto: "Meu filho, a caixa dourada é para você contar suas bênçãos. Por isso é fechada. A caixa preta é para você deixar ir embora todas as suas tristezas."
* * *
A tristeza, quando se instala, espalha destruição, não merecendo, portanto, aceitação em nossas vidas. Coloquemo-la, então, sempre na caixa preta, sem fundo, para não guardá-la de um dia para o outro, nem da manhã para a tarde ou para a noite. Depositemos, sim, todos os dias, na caixa dourada da nossa existência, as bênçãos com que Deus nos agracia, lembrando que só o ato de existir, já deve ser motivo de alegria, pelas excelentes ocasiões de que dispõe o Espírito para ser plenamente feliz.
Com base em mensagem intitulada : As caixas de Deus
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